Maravilhoso concerto de música barroca com Márcio Cecconello no violino e
Fernando Cordella no cravo, ontem, na Pinacoteca Ruben Berta I Série Clássicos na Pinacoteca #culturaPoa
quinta-feira, 21 de julho de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Música barroca na Pinacoteca Ruben Berta
A edição de hoje da série Clássicos na Pinacoteca terá ênfase na
música barroca europeia. O violinista Márcio Cecconello e o cravista
Fernando Cordella vão interpretar um repertório em que predominam obras
do século 17, de compositores como Heinrich Ignaz Franz von Biber,
Johann Heinrich Schmelzer, Antonio Bertali e Arcangelo Corelli.
Pinacoteca Ruben Berta I às 18h30 I Duque de Caxias, 973 - Centro Histórico
foto: Lisa Roos
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Clássicos na Pinacoteca
A Secretaria da Cultura de Porto Alegre convida para o recital
dedicado à música barroca europeia do violinista Márcio Cecconello e do
cravista Fernando Cordella.
No programa serão interpretadas obras
do século XVII de compositores como Heinrich Ignaz Franz von Biber,
Johann Heinrich Schmelzer, Antonio Bertali e Arcangelo Corelli.
Dia 20 de julho de 2016, às 18h30
Entrada franca
Entrada franca
Pinacoteca Ruben Berta
Rua Duque de Caxias, 973
Centro Histórico - Porto Alegre
Rua Duque de Caxias, 973
Centro Histórico - Porto Alegre
quarta-feira, 6 de julho de 2016
MARE NOSTRUM - A arte das marinhas na Pinacoteca Ruben Berta
JERONIMUS VAN DIEST - "The
Rejalma" - 1673 - óleo sobre tela
Acervo PINACOTECA RUBEN BERTA
Foto: F.Zago/StudioZ
A arte das marinhas na Pinacoteca Ruben Berta
Embora a prática de fixar imagens do
mar e outros cursos d’água em pedras, cerâmicas, telas e outros suportes, seja conhecida
desde a Antiguidade, foi há quatro séculos em que se estabeleceram os cânones das
marinhas como gênero artístico. A cena marítima, ou simplesmente marinha, se
destaca marcadamente na pintura na Holanda do século XVII, quando alguns artistas
desenvolvem-na com tal excelência que suas obras são consideradas até hoje
documentos históricos da expansão naval daquele país. Assim pode ser
compreendido o óleo sobre tela intitulado “The Rejalma”, pintado por Jeronimus
Van Diest em 1673, pertencente ao acervo da
Pinacoteca Ruben Berta.
A partir desta “tela-conceito” a
exposição MARE NOSTRUM busca estabelecer um diálogo, com outras 32 obras do
acervo da Prefeitura de Porto Alegre, que representam marinhas datadas de fins
do século XIX aos inícios do século XX, mostrando diversas facetas do
tradicional gênero. Assim, uma grande mudança pode ser percebida em obras que
espelham o espírito romântico que no século XIX enfeitiçava o mundo ocidental.
Partidários do espírito daquele tempo, diversos artistas passaram a buscar a
dramaticidade no turbilhão da natureza e na força dos seus movimentos indômitos
e sublimes. Mais adiante as marinhas readquirem uma posição de relevo na criação de
pinturas produzidas sob o impacto do Impressionismo que trouxe novos experimentos
técnicos sobre os efeitos da luz e da diversidade de cores. Os desdobramentos
desta abordagem - que às vezes resulta em pinceladas violentas e outras em
quase abstração - perpassam diversas obras criadas no século XX.
A exposição MARE NOSTRUM, não deriva de uma conceituação
rígida de marinhas.
De modo que contempla quadros que nem sempre trazem o mar como personagem único
ou principal. Divide, por vezes, o campo da tela com montanhas, praias e com o
próprio homem. Para além das representações do mar, estão incluídas também
paisagens de lagos, rios e riachos. Porém, inquestionavelmente, as águas são a
referência mágica que determinam a composição, conferindo o tom predominante. MARE NOSTRUM pretende
ainda ser um balão de ensaio. Durante a mostra serão convidados artistas para
realizar suas releituras pessoais de “The Rejalma”. A produção resultante será
apresentada no próximo ano, e com este gesto pretende-se contribuir no desafio
de atualizar a marinha como gênero artístico para a sensibilidade e as técnicas
contemporâneas.
MARE NOSTRUM – “The
Rejalma” e a arte das marinhas
Pinacoteca Ruben Berta - Rua Duque de Caxias, 973
Centro Histórico - Porto Alegre – Rio Grande do Sul
de 8 de julho a 12 ago 2016 | seg a sex, das 10h às 18h
acervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289-8292
artistas cujas obras
integram a exposição:
JERONIMUS VAN DIEST
|
||
AMAURY
ANTÔNIO BARREIROS
|
LEOPOLDO
GOTUZZO
|
|
ANA
ISABEL LOVATTO
|
LIBINDO
FERRÁS
|
|
ANGELO
GUIDO
|
LORENZO W. ZALAS
|
|
BENEDITO
CALIXTO
|
LUIZ
MARISTANY DE TRIAS
|
|
CHANG
DAÍ CHIEN
|
OTAVIANO
FURTADO
|
|
HELIOS
SEELINGER
|
OTTO
DINGER
|
|
ILDEU
MOREIRA
|
PEDRO
WEINGÄRTNER
|
|
J.
BARONI CORREA
|
P.
COSTA
|
|
JOÃO
MADALONI BERTONI
|
REGINA SILVEIRA
|
|
JOÃO BATISTA DA COSTA
|
RENATO
HEUSER
|
|
JORGE
COSTA PINTO
|
SOBRAGIL
GOMES CAROLO
|
|
JORGE
PAEZ VILARÓ
|
VICENTE
CERVASIO
|
sexta-feira, 1 de julho de 2016
MARE NOSTRUM – “The Rejalma” e a arte das marinhas
MARE NOSTRUM – “The Rejalma” e a arte das marinhas
8 de julho a 12 de agosto de 2016
segunda a sexta
das 10h às 18h
segunda a sexta
das 10h às 18h
Pinacoteca Ruben Berta - Rua Duque de Caxias, 973
Centro Histórico - Porto Alegre
Centro Histórico - Porto Alegre
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Visita técnica ao Acervo Artístico da Prefeitura
Visita técnica de Marco Baena, da UNESP - Universidade do Estado de São Paulo, ao Acervo Artístico da Prefeitura de Porto Alegre ontem, 28 de junho. Marco pesquisa a vida e a obra do pintor chinês CHANG DAÍ-CHIEN.
Nas fotos, o pesquisador e o museólogo Luiz Mariano Figueira com a pintura "Passeio ao longo do rio apreciando as flores das ameixas", única obra do artista em museu público no Brasil.
CHANG DAÍ-CHIEN é conhecido como o "Picasso do Oriente" e viveu no Brasil entre 1955 e 1970.
Fotos: Kevin Appel
quinta-feira, 23 de junho de 2016
SCLIAR Ouro Preto
Zero Hora
Segundo Caderno | Pág. 5
23/06/2016
Segundo Caderno | Pág. 5
23/06/2016
Correio do Povo
Arte & Agenda | Pág. 1
23/06/2016
Arte & Agenda | Pág. 1
23/06/2016
Jornal do Comércio
17, 18 e 19/06/2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
SCLIAR Ouro Preto
Carlos Scliar - obras do Políptico "Grande Composição (Ouro Preto)" - 1973 - vinil encerado sobre aglomerado
Fotos: F. Zago / Studio Z
Fotos: F. Zago / Studio Z
Carlos Scliar no Paço dos Açorianos
As
recentes doações de obras de arte de Jones Bergamin,
marchand gaúcho que reside no Rio de Janeiro, para a Pinacoteca Aldo Locatelli,
serão expostas a partir do dia 23 de junho no Paço dos Açorianos, sede
da Prefeitura de Porto Alegre.
Intitulada
“Scliar - Ouro Preto”, a mostra com curadoria de Renato Rosa, propiciará ao público
vislumbrar um políptico, composto por dez pinturas datadas de 1973 que retratam
a cidade mineira de Ouro Preto, famosa por sua arquitetura colonial. Também integram
a exposição um álbum de serigrafias, produzidas por Carlos Scliar no final da
sua vida, e que traz uma série de representações de motivos florais, além de
gravuras e desenhos assinados pelo artista que já pertenciam ao acervo da Pinacoteca
Aldo Locatelli.
O gaúcho Carlos Scliar (Santa Maria, 1920 – Rio de Janeiro,
2001) foi um dos mais ardorosos defensores do modernismo no Brasil, ciente do
papel social da arte e que soube com maestria surpreender com suas composições
de formas e espaço, tanto nas pinturas, quanto nas gravuras e desenhos. A
abertura da exposição, na quinta-feira, 23 de junho, contará com a presença de
Elio Scliar, neto do artista.
Exposição SCLIAR - OURO PRETO
Sala Aldo Locatelli - Paço dos Açorianos
Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico - Porto Alegre
abertura: 23 jun 2016, quinta-feira, 18h30
visitação: até 5 ago | seg a sex, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30
acervo@smc.prefpoa.com.br / 3289-3735
JUSTIFICATIVA :
A VIDA, A ARTE, por CARLOS
SCLIAR (*)
Pinto porque gosto. Pintar é minha preocupação constante, inclusive quando
não estou pintando. Todos os dias descubro algo. Gosto de mostrar meus quadros
e me surpreendo permanentemente com a reação das pessoas. Pinto porque gosto e
quero me comunicar. O pintor é um homem dentro do mundo, com suas
responsabilidades acrescidas pela possibilidade especial de comunicação e
atuação. É pela pintura que o pintor melhor se entende com o público e, se não
for o caso, que faça outra coisa. Cada um diz o que sabe, como pode.
Diariamente, podemos aprender a melhor e a mais profundamente transmitir nossa
visão das coisas. Acho que não há forças capazes de impedir que a humanidade
avance na conquista de uma vida mais digna e bela para todos. Tento, através
dos meus quadros, transmitir minha confiança no homem e na sua luta, mostrando
que a vida é bela e merece ser conquistada. Cada um diz o que sabe e como pode.
Todos os dias conhecemos melhor o que nos rodeia. Não perder o fio da meada é
fundamental. O fio começa conosco, pintores, quando nascemos, e tomamos
consciência naquele instante em que percebemos que será através de um traço,
das cores e das formas que poderemos dizer algo que resuma nosso amor à
vida.... Não gosto de falar sozinho. Considero-me um homem rico da experiência
de todos os homens, de todos os tempos. Se puder transmitir esse calor não será
inútil minha presença. Transformo minhas estadas em Ouro Preto e Cabo Frio em
laboratórios de liberdade... Gostaria de me comunicar com todo o mundo. Utilizo
todos os meios para por meus quadros em contato com o público: exposições,
reproduções, televisão, cinema, tudo o que permite sentir esse calor que
destrói o isolamento. Tento renovar, aclarar minha expressão. Utilizo tudo que
ajude essa minha sede de melhor e mais profunda expressão, mas é condição que
me corresponda... O homem não é um ser passivo, a inércia não leva senão a uma
repetição mecânica... Acredito no trabalho constante, na liberdade que nasce do
conhecimento, no respeito ao homem e na sua luta positiva. O artista pode ser
um instante poético, lúcido e estimulante de amor ao homem.
(*) in "SCLIAR O Real em Reflexo e Transfiguração", de Roberto
Pontual, Editora Civilização Brasileira, 1970.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Conversa com Claudio Pasquetti e Cláudio Jansen
Montagem da exposição "Doralice Collection +5!!"
Foto: Nelson Azevedo
Foto: Nelson Azevedo
Conversa com Carlos
Pasquetti ilumina a trajetória de um dos mais consagrados artistas
contemporâneos gaúchos
A Pinacoteca Ruben Berta como
atividade integrante da exposição DORALICE COLLECTION +5!!, de Carlos Pasquetti,
promove uma conversa com o artista e com o pesquisador Cláudio Jansen. O debate
aberto à participação do público terá como foco a obra do criador visual e as
referências e pontos de conexão entre sua trajetória e a exposição ora exibida
na Pinacoteca.
Carlos Pasquetti: Nascido em Bento Gonçalves, em 1948, Pasquetti pode ser definido como
multiartista, que se destaca desde os anos 70 como professor, desenhista,
pintor e cenógrafo. Foi um dos fundadores, neste período, do grupo Nervo Óptico,
de capital importância para os fundamentos da arte contemporânea gaúcha. Autor
de um trabalho consagrado ao longo dos anos, o artista continua fazendo da
inquietude a plataforma para um trabalho instigante.
Cláudio Barcelos Jansen Ferreira: Historiador da arte e
administrador, sua pesquisa de mestrado desenvolve o tema sobre a ironia na
obra de Carlos Pasquetti, focando em especial no trabalho do artista como
fotógrafo e videomaker.
Conversa com CARLOS
PASQUETTI e CLÁUDIO JANSEN
Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973
22 de junho de 2016, quarta-feira, às 18h30
acervo@smc.prefpoa.com.br / 3289-8292
sexta-feira, 17 de junho de 2016
SCLIAR Ouro Preto
Abertura da exposição
"SCLIAR - Ouro Preto"
"SCLIAR - Ouro Preto"
curadoria Renato Rosa
23 de junho de 2016, às 18h30
Sala Aldo Locatelli - Paço dos Açorianos
Sala Aldo Locatelli - Paço dos Açorianos
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